31 de outubro de 2011

Ouça mais e crie harmonia em sua vida...

Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio.
Provérbio Indiano.


Esta semana pensei num bom dia diferente, pois, aprendemos mais com exemplos, na prática, do que com palavras não é mesmo?

Vamos tentar usar a água milagrosa só por uma semana ?

Quantas vezes, estamos num relacionamento difícil, onde parece que quanto mais tentamos expor nosso ponto de vista, menos a outra pessoa entende.

Temos a sensação que estamos falando línguas diferentes, ou estamos em planetas diferentes, onde, o ponto de escuta do outro e o nosso esta desconectado. Nossa como isso torna tudo pior!

Lembrei-me do livro “Eat, Pray, Love” (Comer, Rezar e Amar), que eu adorei por sinal, quando a personagem esta na Índia, tem que passar pelo exercício do silencio.

O silêncio é maravilhoso. Através dele conseguimos acalmar a mente, centrar no que realmente importa,voltar a nossa essência para o nossa morada da alma: O Nosso coração.

E como precisamos de tempo em tempo fazer essa volta pra nós mesmos!

Tem uma historinha, que não conheço a autoria, que ilustra bem isso:

Certa vez uma mulher procurou um milagreiro, que diziam curar qualquer tipo de relacionamentos com suas poções, pois ela estava a ponto de divorciar-se do marido.

Ao chegar lá, o milagreiro deu a mulher uma garrafinha de água milagrosa, e disse:

Eis aqui a solução para os problemas do seu casamento, use esta água milagrosa, toda vez que estiver numa discussão com seu marido, da seguinte forma: coloque-a na boca, mas NAO PODE ENGOLIR, assim dentro de um mês, volte aqui, e você mesma me falará os resultados.

A mulher, um pouco descrente, foi e fez o que o milagreiro falou.

No mês seguinte, ela voltou muito feliz, dizendo que tudo tinha melhorado e que agora eles estavam em harmonia outra vez, graças a água milagrosa, querendo saber de onde vinha esta maravilhosa água.

Foi então que o milagreiro mostrou de onde vinha a água. A tal água não passava de água da torneira, sem nada de especial.

O que podemos concluir com essa historinha é que: Quando nos calamos aprendemos a ouvir, se continuamos calados, nos tornamos observadores e como observadores, nos isentamos das emoções negativas ou positivas e sem elas, nos isentamos dos julgamentos e isso promove a harmonia.

Pense nisso hoje...

(Sigmar Sabin)

26 de outubro de 2011

Como explicar o amor?

O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem. 
Antoine de Saint Exupéry

 
Como explicar o amor? Os poetas tentam exprimi-lo em palavras, as canções tentam traduzir seu sentido e os loucos pensam que conhecem seus mistérios. Alguns o buscam incansavelmente, outros fogem dele, assustados. Muitos o tem como um tesouro mais precioso, enquanto outros carregam as amargas cicatrizes por tê-lo perdido pelo caminho... mas, como explicar esse sentimento que nasce no peito da gente num estampido furtivo, numa explosão calma e invisível, que nos transforma a todos? Que transforma o mais valente em fraco e que enche de coragem o coração do mais covarde? Que transforma o mais honesto em mentiroso e que enche de compreensão o coração do mais selvagem? Que transforma trevas em luzes, desertos em jardins floridos? Como explicar esse sentimento atrevido, que nos invade, fazendo nosso corpo tremer sem ter frio, nosso coração disparar sem motivo, nossas mãos suarem, nossos olhos brilharem, toda vez que a gente vê aquela pessoa à nossa frente? Aquela pessoa! Que poderes tem aquela pessoa, um simples mortal como eu, mas que é mais do que qualquer pessoa? Aquela pessoa é o próprio instrumento do amor, creio. Como explicar?
E por que o amor dói dentro da gente? Por que será que, muitas vezes, ele nos aflige, nos afugenta, nos acorrenta, nos escraviza? Por que queima? Essa chama que não vemos, que corrói e não sabemos onde? Nossa alma? Nosso corpo? E onde é o começo dele e o fim? Sabemos? Onde está o irremediável segundo em que nos entregamos a ele? Em que momento, exatamente, nos deixamos cegar por ele? Como e quando nos deixamos atrair, indefesos, pelas suas garras magnéticas? Seria possível, ao mais intelectual, ao mais racional, ao mais insensível e ao mais cruel dos seres conseguir se desvencilhar das garras do amor, no momento fatal em que ele ataca?
O amor escraviza e... liberta! Te liberta para conhecer o outro lado. Te liberta para ver a beleza de tudo ao redor. Te liberta para ser feliz, daquela felicidade singela e pura, que é a felicidade de ser... simplesmente ser! Te faz sorrir, sonhar, esperar, cantar, e sua força é tanta, que a vontade é extravasar, dividir, gritar aos quatro ventos que ama, como se o amor nos fizesse orgulhosos de amar...
Aos que são mais comedidos, o amor se apresenta sorrateiro e ele tem os seus disfarces. Aos mais afoitos, ele vem transparente, claro, como uma onda, como um abraço. Aos temerosos, ele se chega manso, terno. O fato é que ele sempre vem, infalivelmente, e te pega de jeito, prega a peça, te encurrala e te apanha. De nada valem os protestos, a indignação, a contradição, a contra-posição... de nada adianta! Ele te apanha e te embala em seus braços, ele te apanha e te hipnotiza, ele te apanha e te cobre de ouro.
A Lua aproxima os corações que amam, o Sol aquece suas intenções, as estrelas refletem seus gemidos silenciosos. O mar deixa de ser grande, as montanhas deixam de ser intransponíveis, o infinito deixa de se perder na imensidão... por causa do amor. Como explicar essa grandeza? Como entender?
Seria o amor, uma porção menor de Deus dentro de nós mesmos? Seria como uma herança divina, abençoada, sagrada? Seria o amor exatamente o que precisamos para nos tornar dignos de um perdão? Dignos de uma absolvição qualquer? Dignos de uma eternidade? Seria o amor a peça que nos falta para entender tudo o que não entendemos? O bálsamo para as feridas? O exato refúgio de nossos pecados? O preciso alívio das desventuras? O que seria o amor, então?
E quantas formas ele tem? De quantas maneiras podemos amar? Quantas vezes tropeçaremos nele? Quantas pessoas no vasto mundo podem deter a força que o move dentro da gente? Quantas faces pode o amor ter? Muitas, eu diria. Muitas faces, muitas possibilidades, caminhos diversos, gerados do mesmo princípio cósmico: o amor!
Quisera eu pudesse entender a sua essência, quisera eu pudesse dominá-lo em suas profundezas, quisera eu pudesse saber a fórmula matemática perfeita que o ativa e o desativa, sua química, sua física, sua lógica! Quisera eu pudesse livrar do sofrimento aqueles que amam sem ser correspondidos, aqueles que amam e esperam, aqueles que amam à distância, aqueles que amam quem já se foi e até mesmo aqueles que nunca amaram... Quisera eu pudesse, mas não posso, afinal, não sou, eu mesmo, uma de suas vítimas?
Sou um simples mortal à procura de respostas. Fisgado e acorrentado aos mistérios do amor. Que sustenta sua leveza, que o acomoda dentro do peito, que o assiste, implacável. Sou apenas um ser que ama, sem saber explicar ao certo, o que vem a ser esse sentimento meu, íntimo em meus pensamentos, presente em meus gestos e palavras. Um sentimento tão meu e tão fora de meu controle. Um mal desejado, doença sem remédio, veneno sem antídoto, mas desejado pelo bem que me faz...

(Autor desconhecido)

A estrada para o Sucesso não é pavimentada...

Muitos procuram o Sucesso, mas poucos são os que querem sujeitar-se a percorrer uma estrada acidentada, sem pavimentos e sem sombras.
Sigmar Sabin.

Quantas vezes já lhe ofereceram oportunidades para enriquecer sem esforço? Quantas ofertas de negócios, já chegaram a suas mãos, com a tentação de ganhar muito dinheiro trabalhando apenas poucas horas por dia?

Não digo que não existam oportunidades assim. Mas são raras. Na verdade elas existem. Você pode criar um negócio que possibilite outras pessoas colaborarem com você nesse “ganho”. Como também, nem sempre é necessário se “matar de trabalhar” para alcançar o que se almeja.

Mas o objetivo não é discutir ofertas mirabolantes ou propaganda enganosa! É outro, mais profundo. Como o próprio título da mensagem de hoje diz: A estrada para a Glória não é pavimentada.

Aliás, em muitas situações nem existe uma estrada sequer para alcançarmos nossos objetivos. Isso é motivo para desistir?

A glória está justamente no fato de você construir o caminho para chegar onde deseja.

Quantos obstáculos de verdade você já enfrentou para chegar até aqui ? Não só os desafios que apareceram ou que alguém deixou em seu caminho.

Quantas manhãs você se deparou com um desânimo, dos bem grandes, que nem permitiriam muitas pessoas saírem da cama, mas você o superou.

Sonhos, projetos, planos, todas as pessoas tem. Às vezes encontro pessoas que se empolgam entusiasticamente para apresentar seus planos. Porém com o tempo, tudo aquilo foi parar numa gaveta. Se questionarmos os motivos, somos bombardeados com uma lista enorme de justificativas.

Porém, o que faltou mesmo, foram alguns ingredientes que impulsionam as pessoas a seguir por um caminho difícil, contornando obstáculos, ou mesmo construindo caminhos aonde eles forem necessários.

Parece simples, falado ou escrito aqui. Na prática é necessário preparação para “aventurarmos” na estrada da glória. E esta preparação passa por algumas fases importantes e imprescindíveis.

Definição de metas. Estabelecer claramente o que você deseja alcançar. Em quanto tempo quer alcançar esse resultado. Mas principalmente, qual o “custo” dessa conquista?

Ao falar em custos, não é só uma referência a quantia de dinheiro que você necessita para realizar seus projetos. Mas, refere-se principalmente ao esforço ou sacrifício que você precisa fazer para chegar ao seu objetivo.

Uma vez definidas as metas, comece a planejar como vai realizar cada etapa desse processo. Por que sem planejamento, fica difícil avaliar seu progresso.

Quando digo que a estrada da glória não é pavimentada, é para dar a você mais uma vez a noção de que as grandes conquistas em nossa vida exigem grande esforço. Principalmente o de acreditarmos que somos capazes de alcançar o que desejamos.

Pense Nisso  

(Sigmar Sabin)

25 de outubro de 2011

Mude. Mudando seus pensamentos sobre si mesmo...


As únicas pessoas que realmente mudaram a história foram as que mudaram o pensamento dos homens a respeito de si mesmos.
Al Hajj Malik Al-Habazz - conhecido como Malcolm X.]



Você acredita que seja possível o que Malcolm X afirmou que lhe apresentei no pensamento de hoje?

Bom, eu posso garantir que não é uma das tarefas mais fáceis que alguém poderia empreender em sua vida. Porém, para quem conseguir fazer isso, com certeza experimentará uma mudança muito importante em sua existência.

Eu conheço muitas pessoas que buscam em situações ruins vividas no passado a base para tomar decisões e para agir em determinadas situações.

E você ? Até que ponto tem deixado que as experiências desagradáveis vividas, sejam os balizadores da sua vida daqui para frente?

Hoje, resolvi tocar neste assunto, nem sempre agradável para algumas pessoas, por que nós podemos usar o passado como história, aliás, nem devemos esquecê-lo. Porém, as experiências que de alguma forma geraram traumas, marcaram, machucaram, devem ficar lá, no passado.

Isso mesmo, lá no passado, bem guardadas.

Então reforço a ideia novamente com o pensamento de Malcolm X: Você só pode mudar verdadeiramente sua história, principalmente aquela que não lhe agrada, se mudar seu pensamento a respeito de si mesmo.

Tenho consciência que muitas situações, talvez necessitem apoio profissional. Por isso também precisa aceitá-la quando for sua necessidade for evidente.

Como realizar estas mudanças em si mesmo?

Primeiro comece fazendo efetivamente um autodiagnóstico da sua situação. Procure reconhecer, entender e aceitar que existem situações que você quer ou precisa mudar. Avalie que benefícios essa mudança poderá lhe trazer.

Ah, não vale se colocar na defensiva, afirmando simplesmente: “Sou assim e que os outros me aceitem como sou”. Como também é altamente nocivo, tornar-se uma “vaquinha de presépio”, aquelas pessoas que concordam com tudo e com todos, mas nada fazem para mudar.

Você percebeu o tamanho do desafio que estou propondo a você hoje ?

Isso não é motivo para não querer encará-lo, não é mesmo?

Com certeza o processo de aprendizado possível de ser vivenciado aqui é muito enriquecedor.

Pense Nisso

(Sigmar Sabin)

24 de outubro de 2011

Evite ansiedade vivendo com prazer hoje...

Só sente ansiedade pelo futuro aquele cujo presente é vazio.
Sêneca.


Sentir-se ansioso faz parte do nosso cotidiano moderno, onde momentos de verdadeiro relaxamento e paz interior são raros. Mas, será que precisa ser assim ?

A dificuldade de viver no presente é um dos maiores contribuidores da ansiedade. Desenvolvemos o hábito de viver no momento seguinte, ao invés de estar no aqui e agora.

Observe então: o mecanismo da mente de querer sempre estar no momento seguinte, gera pressa, ansiedade, inquietação interior, aceleração do coração, causando sofrimento. Todo esse stress altera a fisiologia. O corpo produz essa aceleração e a química do cérebro e hormônios são afetados.

Tomar consciência desse mecanismo é o primeiro passo para começar a viver o agora, o que certamente irá contribuir na diminuição da ansiedade.

Toda a vez que sua mente começar a viajar para próxima atividade e você perceber, volte sua atenção para a atividade atual .

Isso vai precisar de disciplina, mas com o tempo você o fará com naturalidade. Pois transformou-se um hábito, policiar-se em relação ao seu estado de ansiedade.

Acredite: sua mente fugirá muitas vezes. Pacientemente, cada vez que você perceber. Volte sua atenção para o presente.

Com o passar do tempo, a mente vai mudando o padrão. Ao invés de viver no futuro e prestar pouca atenção ao presente, ela começar a viver o presente e fazer visitas rápidas ao futuro. Assim a ansiedade diminui. As ações passam a ficar mais eficientes. Pois você estará executando cada tarefa com mais atenção.

Outra forma de sair do presente é quando você começa a pensar de forma preocupada em problemas que tem para resolver .

Isso é totalmente inútil, traz apenas sofrimento e mais ansiedade. O pior é quando acontece na hora de dormir ou no meio da noite quando você deveria fazer nada além de descansar.

Remoer uma discussão também é mais outra forma de sair do presente. Dessa vez, a mente vai para o passado e relembra o que houve. Mesmo sendo um padrão comum à boa parte das pessoas, devemos reconhecer esse mecanismo com uma espécie de doença coletiva!

Uma doença que tem cura, felizmente.

Uma forma de tornar esta atitude mais fácil é fazer seu presente algo prazeroso. Para isso você não precisa de nada extraordinário. Pois, desde a mais simples atividade, como tomar um banho, pode ser algo prazeroso, se você se envolver com os aromas, com a água purificando seu corpo, com a explosão sensorial em você.

Também existem florais que podem ajudar a torna-lo mais presente e envolvido de forma prazerosa com a vida.

Lembre-se de tornar sua vida plena escolhendo o momento atual para ser feliz!

Pense nisso...

(Claudia Malavasi, Terapeuta Floral)