24 de setembro de 2010

Lixo

Gosto de usar o blog para difundir coisas que acho que possam ser do interesse de todos, sem regionalismos, mas agora mesmo, via facebook, tomo par da notícia que estão querendo puxar o tapete do Prefeito de minha cidade, Nova Friburgo, que não é uma cidadezinha de 5 mil habitantes e muito menos fica situada no meio do agreste pernambucano com seus coronéis a ditar a vida em sociedade, mas está parecendo que estamos nesse lugar sim!
É uma cambada que visa unicamente o "pote de mel" municipal, e seus frutos ($$$). Hojem posam de bonzinhos, de ultra interessados na vida  do município e seus habitantes, mas é uma balela! Estão sim de olho nas benesses que um cargo executivo lhes dará. De nomear porrilhões de parentes e agregados. De sugar a verba pública em benefício próprio (como as coincidentes alienações de terrenos do Sr prefeito ou de sua família para instalação de UPA, de rede de tratamento de esgotos e por aí vai.)
Enfim, mais uma vez vemos que ninguém, eu disse NINGUÉM está preocupado com os destinos do município, e sim com o seu próprio.
Nova Friburgo não merece isso, mas os friburguenses estão por merecem o lixo de cidade que ora desfrutamos.
Até quando nossa paciencia e humor serão postos à prova?
Já não vemos bandalhas o suficiente?
Será que teremos de encarnar o personagem do ator Michael Douglas no filme "Um dia de Fúria" para que as coisas mude, que realmente aconteçam?
Eu me afastei de muita coisa da qual participava justamente pelo excessivo número de pessoas super "bem intencionadas" com o destino da cidade; pois quanto mais se discute esse assunto, nosso destino, mais e mais não vamos a lugar algum, pois as conversas não passam disso: blá bla blá!
Mas em um momento desses qualquer a tampa de nossa panela de pressão irá estourar, e aí veremos quais desses "principes" terão culhões para aguentar as consequencias.
Eu estou farto, enojado, emputecido com esse estado de coisas e você?

23 de setembro de 2010

Neymar quer, Neymar manda!

Fonte: Blog Renato Mauricio Prado

1. Quando Deus disse "Que se faça a luz!", Neymar falou: Diga "por favor".
2. Novo hino do Santos: "Agora quem dá bola é o Neymar/Neymar é o novo capitão/Glorioso moicano praiano/O chefão absoluto desse ano"
3. Neymar vai fazer a próxima edição do aprendiz pra demitir todo mundo!
4. O que Neymar e o PT têm em comum? Mesmo errados continuam no poder.
5. Hoje é o Dia Mundial Sem Carro porque o Neymar reclamou do trânsito!
6. Hoje Neymar não treina! Vai dar uma palestra sobre poder e liderança para Barack Obama, Roberto Justus e Eike Batista.
7. Até o Chuck Norris está com medo do Neymar.
8. Neymar jogou um pouco de gelo pra cima, só de molecagem. Guarulhos ainda está se recuperando da chuva de granizo...
9. Se o Neymar participar do Big Brother Brasil e ele for eliminado… quem sai é o Pedro Bial.
10. Dunga foi demitido da seleção para dar espaço para Neymar.
12. Mano Menezes, se não chamar Neymar para a seleção brasileira é o próximo demitido.
13. Sorte do dia: O Neymar ainda não te demitiu.
14. Lula apostou um dedo com Neymar pra ver quem era o homem mais poderoso do Brasil. O resto, todo mundo sabe…
15. Neymar é o único que pode pedir música no Fantástico sem fazer os três gols.
16. Quando você for conversar com o Neymar no MSN, a opção “chamar atenção” estará desativada.
17. Neymar Futebol Clube chama o Capitão Nascimento de 02.
18. Neymar recusou a proposta do Chelsea pq não queria dividir a atenção com a Rainha Elizabeth.
 19. 'Quem é esse Zé Ninguém que dá nome ao CT do meu clube?', disse Neymar em seu último treino no CT Rei Pelé.
20. Ontem após a demissão de Dorival Jr. O presidente olhou pro Neymar e disse: "Vamos tesouro, não se misture com essa gentalha".
21. Uma vez tentaram reprovar o Neymar de ano. A diretoria mandou demitir todos os professores e expulsar os alunos do colégio.
22. Neymar pediu um emprego no World Trade Center e foi negado. O resto, todos sabemos...
23. Quem vaiar Neymar será convidado a se retirar do estádio.
24. Se o Neymar perder mais um pênalti ele demite o goleiro adversário.
25. Se Neymar fosse do Flamengo já teriam soltado o Bruno e prendido o delegado.
26. Uma vez o Neymar disse que não gostava do cabelo do Marcelo Tas. O resultado, todos conhecem...
27. Numa disputa de par um ímpar com o espelho, Neymar escolheu ímpar e ganhou.
28. Sorte de amanhã: Neymar não trabalha com você.
29. Neymar comprou um iPhone 4. Três segundos depois, Steve Jobs foi demitido.
30. Foi Neymar quem invadiu o Twitter por não admitir piadinhas com seu nome.
31. Aliás, esta lista não tem o número 11 porque Neymar também não admite piadas com seu número.
32. Neymar desmente a teoria de Galileu e Copérnico: "A Terra gira em torno de mim."
33. Vão anular as eleições esse ano e deixar que Neymar decida quem será o novo presidente.
34. E no sétimo dia, Neymar mandou Deus descansar.
35. Se você substituir o Neymar no Fifa Soccer, o videogame trava.
36. Depois da surra, as últimas palavras do Chuck Norris antes de morrer: "Neymar, I'm your father..."
37. Neymar nasceu no mesmo ano do impeachment do Collor e o povo ainda acha que foram os caras pintadas que o tiraram do poder.
38. O mundo iria acabar em 2012, mas Neymar quer jogar a Copa de 2014 e por isso o fim do mundo foi adiado.
39. Neymar faz gol olímpico no pebolim.
40. Neymar demitiu hoje o Papa do Vaticano. Segundo Neymar quem manda em Santos é ele.
41. Neymar nao liga o chuveiro, fica encarando ele até ele chorar.
42. O Saci Pererê tinha duas pernas, até o seu técnico mandar ele pegar a bola do Neymar e bater um pênalti.
43.  Quando Neymar usa óculos escuros é para não ofuscar o Sol com o brilho de seus olhos.

22 de setembro de 2010

Manipulação da mídia e antidemocracia

Fonte: Diário da Redação



O assunto "liberdade de imprensa” é sempre delicado e, se não apresentado com o cuidado que merece, tende ao explosivo. Em um país que viveu quase duas décadas submetido a um  processo de censura da mídia não cabe admitir , em nenhuma hipotese, o cerceamento da liberdade de informar. O problema é saber como fazer diante da manipulação dos fatos, que acaba virando desinformação, ou de um quase monopólio da comunicação midiática, que seleciona apenas o que convém aos seus interesses de grupo. Como lidar com esse comportamento escancarado, por exemplo,  no meio de um processo eleitoral?
Essa reflexão nos vem a propósito do excelente artigo de Mário Augusto Jakobskind, publicado aqui no DR e, também, das recentes palavras do presidente Lula sobre a imprensa, que motivaram manifestações contrárias da OAB e da Associação Nacional dos Jornais. O posicionamento do Presidente, feliz ou infeliz na escolha das palavras, não foi bem digerido por essas duas associações. Mas vale refletir sobre ele. 
Em primeiro lugar, penso na nossa  justiça eleitoral, aparentemente  tão ciosa na defesa da igualdade de oportunidades para os candidatos, tão cuidadosa quando se trata de usos que considera descabidos na propaganda, seja no tempo seja no espaço, mas omissa diante desse subliminar "metralhar" de denúncias , algumas requentadas, outras descabidas, mas todas objetivando nitidamente influenciar o voto dos cidadãos. E não se trata aqui de desqualificar o aspecto investigativo e de vigilância que a imprensa deve mesmo exercitar permanentemente. Trata-se de discutir se é aceitável que essa preocupada justiça eleitoral permita que o denuncismo vincule gratuitamente acusações não comprovadas a uma candidatura que, não por acaso, lidera as pesquisas.
Usa-se o discurso da imparcialidade e da democracia e selecionam-se notícias para praticar a política partidária sem assumir os ônus dessa posição. Achei engraçado, numa recente edição do jornal “O Globo”, a carta de uma leitora que se refere à falta de oposição no Brasil como um perigo para a democracia. Falta de oposição? Ela quer mais do que essa que já existe, numa orquestrada e indisfarçada  escalada da grande mídia no Brasil inteiro? O que o inconsciente dela estava lamentando não era a falta de oposição, mas a falta de votos nos candidatos dessa oposição falida. O que ela não estava entendendo , penso eu, é como as análises dos jornalistas que ela lê diariamente não estavam se ajustando à realidade das pesquisas, ao comportamento dos eleitores.
Causa estranheza, aliás, dentro desse cenário, a postura  de alguns profissionais que não se comportam como o ideário do jornalismo o exige, que se deixam usar como instrumentos de interesses outros, que parecem trocar imparcialidade e boa informação, inteligência e saber,  pela comodidade de um cargo Sobre isso, vejo poucas observações a respeito por parte dos órgãos de classe.
Uma vez, escrevi sobre esse assunto para um jornalista de um  conhecido períódico aqui do Rio – pessoa cujo nível de inteligência não discuto, mas cujo posicionamento , no âmbito da imprensa, vejo com grande desconfiança. Disse-lhe (em uma carta naturalmente sem resposta) que, na minha condição de professor, o que lamentava mesmo era o processo de formação dos diversos estagíários do jornal, com repetidos exemplos negativos que lhes estariam sendo passados diariamente, inclusive por esse profissional. Um processo que, certamente, não geraria bons jornalistas e, consequentemente, um bom jornalismo no futuro.
Uma pena isso, porque sei como saem dos bancos escolares, rumo ao sonho de uma profissão inegavelmente fascinante, os  vestibulandos de comunicação e jornalismo. Percebo-lhes o brilho no olhar, o brilho de quem espera poder constribuir para a formação da cidadania e afirmação do ideal democrático que só a informação confiável e descompromissada é capaz de  produzir. Um olhar de brilho que, infelizmente, a julgar pelo que percebemos, eles terão que trocar pela visão  opaca da inverdade, da hipocrisia,  da subserviência, se quiserem pertencer aos quadros da nossa mídia majoritária.
Voltando ao início,  a conclusão inevitável disso tudo  é de que a republicana liberdade de expressão e de informação – pilar da democracia - não se  pode confundir com  um espúrio direito à manipulação dos fatos, que deixa nas mãos de uns poucos um poder negativo que a sociedade não lhes conferiu. 
Nada, portanto, mais antidemocrático.




Página Inicial

Quer uma página inicial bacana, repleta de links úteis para teu dia em seu navegador?
Pois conheça e use: www.poplink.com.br


Não...não precisa agradecer...eh eh

19 de setembro de 2010

TV completa 60 anos com o fim da era dos aparelhos de tubo

Fonte: Portal IG

Pela primeira vez, vendas de LCD serão maiores que as de televisores de CRT, que deve deixar de ser produzido em três anos

A televisão brasileira completa 60 anos neste sábado, dia em que a primeira transmissão oficial foi realizada pela Rede Tupi, no canal 3, em 1950, em São Paulo. Mas o ano em que a TV comemora seu 60º aniversário também deve entrar para a história como o declínio da era dos televisores de tubo no País.
Ao longo de seis décadas, os cinescópios - ou os tubos de raios catódicos, conhecidos pela sigla em inglês CRT (cathodic ray tube) - passaram por várias revoluções tecnológicas, como a mudança da imagens em preto e branco para cores, a alteração da captura de sinais por antena para as transmissões a cabo, o lançamento do videocassete, sucedido anos depois pelo aparelho de DVD. Até hoje, os televisores são chamados de “linha marrom” pelos varejistas, termo herdado dos tempos em que os gabinetes eram feitos de madeira e funcionavam com válvulas.
O CRT, porém, não resistiu ao aparecimento das tecnologias de plasma e cristal líquido (LCD), que difundiram-se nos países desenvolvidos nos últimos dez anos. E outras novas tecnologias continuam chegando às lojas, como as telas de LED e 3D.

O Brasil, ao lado da Índia e de países africanos, é um dos poucos lugares do mundo onde os televisores de tubo ainda são fabricados. Mas, a partir de 2011, as vendas desses aparelhos vão se tornar cada vez mais residuais e, dentro de três anos, os fabricantes devem encerrar de vez a sua produção, dizem especialistas e fabricantes ouvidos pelo iG.

 
A Philips já não fabrica mais CRTs, e a Samsung deve parar sua produção em 2011 no Brasil. A indústria brasileira Semp Toshiba, que liderou o mercado de televisores nos últimos 20 anos no País, pelo menos, prevê fechar a linha de produção de aparelhos de tubo em 2013.
Pela primeira vez, serão vendidos em 2010 mais televisores de telas de LCD e plasma do que CRTs no mercado brasileiro. A previsão da indústria é de que sejam comercializadas neste ano 6,5 milhões de aparelhos de TV de tela fina (LCD, plasma e LED) e algo entre 4,5 milhões e 5 milhões de aparelhos de tubo no País.

Daqui para a frente, a substituição do CRT pelas novas tecnologias vai ocorrer de uma forma mais acelerada devido a uma escassez cada vez maior de componentes, na avaliação de especialistas. A Samsung, por exemplo, que fornecia cinescópios para outros fabricantes, parou de produzi-los no Brasil neste ano. Com isso, a TV de tubo tende a ficar cada vez mais cara, como aconteceu com as vitrolas ou os videocassetes, enquanto os televisores de LCD tendem a se tornar cada vez mais baratos, em razão dos ganhos de escala de produção.
“Os preços dos televisores de LCD já ficaram muito competitivos em relação ao tubo”, afirma Rafael Cintra, gerente da divisão de televisores da Samsung. Um LCD de 22 polegadas já é vendido por cerca de R$ 600, um valor próximo ao de um aparelho de tubo de 21 polegadas, sendo que as telas dos primeiros aparelhos são no formato “widescreen” (retangular), enquanto as telas das TVs CRT são quadradas.

 1951: Primeira TV produzida no Brasil, pela SEMP Rádio e Televisão

Ciclo de vida

Os ciclos de vida das tecnologias também estão cada vez mais curtos, o que deve fazer com que os consumidores se sintam impelidos a trocar o televisor em um prazo cada vez menor, como já acontece com os computadores. A tecnologia plasma, por exemplo, mal surgiu e já foi substituída pelo LCD. Mesmo no Brasil, as vendas de televisores de plasma já estacionaram em 500 mil peças. Nos próximos anos, a expectativa é que o LCD deve ser trocado pelo LED, cuja espessura das telas é bem mais fina, inferior a 1 centímetro.
Muitas das marcas que reinaram durante os 60 anos da predominância do CRT também não resistiram. As coreanas LG e Samsung, que chegaram ao Brasil em meados da década de 1990, conseguiram se consolidar no Brasil, ganharam prestígio com os consumidores e ocuparam o espaço deixado por grandes nomes no passado, como Sharp e Mitsubishi.
As duas marcas japonesas desapareceram do mercado brasileiro nos últimos dez anos devido aos problemas financeiros enfrentados pelos seus parceiros locais. A Sharp era sócia da família Machline, que faliu depois da morte do fundador Mathas Machline em um acidente aéreo em 1994, enquanto a Mitsubishi possuía um acordo com o empresário Leo Kryss, que entrou em dificuldades financeiras após a quebra da rede de varejo Arapuã, em 1998.