fonte: Kibeloko
5 de abril de 2010
Mulher quase mata namorado sufocado com os seios
Fonte: "O Globo"
Um homem quase morreu sufocado entre os seios GGG da namorada durante uma relação sexual.
Claire Smedley interrompeu o "intercurso amoroso" ao perceber que o amado estava muito parado. E estava mesmo: Steven não estava mais respirando!
Claire, de 27 anos, ocupa o segundo lugar no ranking dos maiores seios do Reino Unido - quase 13 quilos! Ela desabafou ao "News of The World".
"Ele começou a se descontrolar, mas achei que fosse por estar muito excitado. Então eu continuei. Poucos minutos depois percebi que ele tinha parado de se mexer", contou Claire.
Desesperada, a inglesa ligou para a emergência médica. Por sorte, Stven, também de 27 anos, voltou a respirar antes da chegada do socorro.
A relação não resistiu ao susto e, três meses após o "acidente", Claire e Steven se separaram.
Claire, de 27 anos, ocupa o segundo lugar no ranking dos maiores seios do Reino Unido - quase 13 quilos! Ela desabafou ao "News of The World".
"Ele começou a se descontrolar, mas achei que fosse por estar muito excitado. Então eu continuei. Poucos minutos depois percebi que ele tinha parado de se mexer", contou Claire.
Desesperada, a inglesa ligou para a emergência médica. Por sorte, Stven, também de 27 anos, voltou a respirar antes da chegada do socorro.
A relação não resistiu ao susto e, três meses após o "acidente", Claire e Steven se separaram.
Há 30 anos, o Brasil voltava a vencer na F1
Texto do jornalista Márcio Arruda do Jornal do Brasil:
A temporada de 1980 da Fórmula 1 foi marcante para o Brasil. Foi neste distante ano que o Brasil voltou a ter alegrias na categoria. Depois da empreitada de Emerson Fittipaldi na construção de sua própria equipe na F1, o país passou por um jejum que já durava quase cinco anos. A última vitória tinha sido no GP da Inglaterra de 1975, com a McLaren de Fittipaldi.
O campeonato mundial de F1 de 1980 começou com muitas incertezas. Emerson, que ainda estava às voltas com os infindáveis problemas com sua escuderia, era o grande nome do Brasil. Havia, também, um jovem brasileiro que iniciava seu segundo campeonato da categoria.
Surpreendentemente promovido a primeiro piloto da Brabham, Nélson Piquet se viu “sozinho” no time de Bernie Ecclestone depois da aposentadoria da estrela da companhia Niki Lauda – que retornaria à categoria em 1982. Uma verdadeira aposta, já que o brasileiro só havia feito três pontos na temporada anterior, no Grande Prêmio da Holanda.
Depois de um pódio na corrida de abertura, em Buenos Aires, a Brabham não se encontrou nas duas seguintes – 19° em Interlagos, São Paulo, e 4° em Kyalami, África do Sul.
A quarta etapa foi o Grande Prêmio dos Estados Unidos (Oeste), marcado para o dia 30 de março nas ruas de Long Beach. O fim de semana começou bem para a Brabham, com Nélson cravando a primeira pole-position de sua carreira (1min17’694). Na largada, Piquet dividiu a primeira curva com o Renault de René Arnoux e fez prevalecer sua posição de largada.
O domínio da Brabham número 5 foi indiscutível durante as 80 voltas do Grande Prêmio; tanto que Piquet fez a melhor volta da prova – 1min19’83 – e colocou uma volta no inglês John Watson (McLaren), no campeão Jody Scheckter (Ferrari) e no francês Didier Pironi (Ligier), quarto, quinto e sexto lugares, respectivamente. O hat trick (conhecido por nós, brasileiros, como barba, cabelo e bigode) selou o fim de semana perfeito para Nélson.
O campeonato mundial de F1 de 1980 começou com muitas incertezas. Emerson, que ainda estava às voltas com os infindáveis problemas com sua escuderia, era o grande nome do Brasil. Havia, também, um jovem brasileiro que iniciava seu segundo campeonato da categoria.
Surpreendentemente promovido a primeiro piloto da Brabham, Nélson Piquet se viu “sozinho” no time de Bernie Ecclestone depois da aposentadoria da estrela da companhia Niki Lauda – que retornaria à categoria em 1982. Uma verdadeira aposta, já que o brasileiro só havia feito três pontos na temporada anterior, no Grande Prêmio da Holanda.
Depois de um pódio na corrida de abertura, em Buenos Aires, a Brabham não se encontrou nas duas seguintes – 19° em Interlagos, São Paulo, e 4° em Kyalami, África do Sul.
A quarta etapa foi o Grande Prêmio dos Estados Unidos (Oeste), marcado para o dia 30 de março nas ruas de Long Beach. O fim de semana começou bem para a Brabham, com Nélson cravando a primeira pole-position de sua carreira (1min17’694). Na largada, Piquet dividiu a primeira curva com o Renault de René Arnoux e fez prevalecer sua posição de largada.
O domínio da Brabham número 5 foi indiscutível durante as 80 voltas do Grande Prêmio; tanto que Piquet fez a melhor volta da prova – 1min19’83 – e colocou uma volta no inglês John Watson (McLaren), no campeão Jody Scheckter (Ferrari) e no francês Didier Pironi (Ligier), quarto, quinto e sexto lugares, respectivamente. O hat trick (conhecido por nós, brasileiros, como barba, cabelo e bigode) selou o fim de semana perfeito para Nélson.
No pódio, Piquet teve a companhia do ídolo Emerson Fittipaldi; o nosso bicampeão, que largou em 24° em Long Beach, fez excelente prova e terminou em terceiro. Entre eles, o italiano Riccardo Patrese, de Arrows. A vitória de Nélson alavancou o brasileiro à condição de talento da Fórmula 1. Naquele ano, o brasileiro venceu mais dois GPS (Holanda, em Zandvoort, e Itália, em Ímola) e ficou com o vice-campeonato. Um bom começo de carreira para o nosso tricampeão, que chegou 23 vezes em primeiro, colecionando 24 poles e 23 voltas mais rápidas.
4 de abril de 2010
F1 Malásia
Vendo a foto de Sebastian Vettel dando pulinhos por ter ganho hoje na Malásia, me lava a crer que está nascendo mais um ídolo da categoria. Ele é muito bom piloto (humilhou Weber na largada), e sem muitas delongas, despachou todos que vinham a seguir, fantástico.
Massa deu uma "cagadinha" com a quebra de Alonso, mas ficar fedido de vez em quando também é bom.
Barrichello de novo não consegue sair na largada e cai prá última posição, enquanto Hulkenberg fez seus primeiros pontos na F1; gosto muito do Barrichello, mas alguma merda ele fez....ahh se fez.
Os outros brasileiros precisam abrir o olho, tanto De Grassi quanto Senna estão tomando chocolate de seus companheiros de equipe...e as viúvas de Senna devem estar inconsoláveis, pois além do carro da Hispania ser uma bosta, esse "sobrinho" é pior ainda, como eu já disse antes, competencia não é hereditário. Quem acompanha automobilismo pode ver que, na GP2 ele foi apenas mediano, e sendo-se mediano não se chega a lugar algum na F1.
É isso, que venha o GP da China daqui a duas semanas.
3 de abril de 2010
Dicas para a Saúde de seu carro
Interessante link com dicas preciosas, do jornal O Globo, vale à pena. Copie e cole em seu navegador e...boa viagem!
http://www.oglobo.com.br/servicos/pop_infografico.asp?p=/rio/transito/info/dicas/dicas.swf&l=740&a=480
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